Cobrança suspensa
Com o acordo em dia, a dívida deixa de ser exigível e a cobrança forçada deixa de avançar.
Veja, tela por tela, como negociar com a PGFN por conta própria — e voltar a ter certidão, conta livre e parcela que cabe no caixa.
A dívida da clínica raramente nasce grande. Ela cresce em silêncio — até travar a operação.
Nasce de uma competência de INSS que ficou para o mês seguinte, de uma DCTFWeb entregue fora do prazo, de um IRPJ apurado a maior. Quando não é paga nem parcelada, vai para a dívida ativa da União — e a cobrança passa à PGFN.
Antes de negociar, é preciso saber exatamente o que se deve, a quem e em que condições. O guia organiza esse diagnóstico em três etapas.
Acessar o gov.br (nível prata ou ouro) e o Regularize com o CNPJ da clínica e identificar cada inscrição: previdenciário, retenções de INSS e IRRF, IRPJ, CSLL, PIS, COFINS, DAS e multas acessórias.
Entender a capacidade de pagamento que a PGFN atribuiu à clínica (faixas A a D), a modalidade aplicável e a regra dos 60 meses para débitos previdenciários.
Simular sem compromisso no SISPAR, escolher a modalidade, confirmar a adesão e guardar o número da conta de negociação e o recibo.
Quais tributos chegam à dívida ativa da União — e por que o ISS fica de fora.
A visão geral do processo e tudo o que ter à mão antes de começar.
Como subir para prata ou ouro e quem pode acessar em nome da clínica.
Onde ver cada inscrição e como acompanhar a caixa de mensagens da PGFN.
Simular, conferir os débitos por natureza e aderir à negociação.
Descontos, entrada e prazo de cada modalidade de transação, lado a lado.
Os riscos desse cenário e o que fazer antes de aderir.
A transação deferida e em dia suspende a exigibilidade do crédito tributário. Na prática, isso significa:
Com o acordo em dia, a dívida deixa de ser exigível e a cobrança forçada deixa de avançar.
Emissão da Certidão Positiva com Efeitos de Negativa, que vale como CND para credenciar em operadoras, licitar e financiar equipamentos.
Evita novos bloqueios via SISBAJUD e novas penhoras de faturamento, recebíveis e equipamentos.
Redução de juros, multa e encargo legal — até 70% do total para ME e EPP — e saldo em até 133 meses, conforme o edital vigente.
Com a exigibilidade suspensa, o registro no CADIN fica suspenso e a clínica evita o protesto da CDA.
Regularizar reduz o risco de a cobrança ser redirecionada ao patrimônio pessoal dos sócios.
Uma parcela fixa que cabe no fluxo de caixa, no lugar de uma dívida que cresce todo mês com Selic e encargos.
Dois exemplos de transação com entrada de 10% parcelada em 12 vezes e saldo em 133 parcelas.
Simulações ilustrativas, com valores nominais (sem atualização pela Selic). Entrada calculada sobre a dívida consolidada; desconto aplicado sobre o saldo. O prazo de 133 parcelas vale para ME, EPP e perfis diferenciados; débitos previdenciários têm limite de 60 prestações (art. 195, §11, da Constituição). O desconto efetivo depende da capacidade de pagamento atribuída pela PGFN e do edital em vigor. Não há garantia de resultado.
Já recebeu citação em execução fiscal? O guia tem um capítulo com os riscos e os cuidados desse caso — a adesão passa a ter efeitos no processo e deve ser coordenada com a defesa.
Uma consulta tributária individual custa a partir de R$ 845. O guia entrega o caminho completo para você mesmo conduzir a negociação.
Garantia de 7 dias. Se o guia não for útil para a sua clínica, peça o reembolso integral dentro do prazo, direto pela Kiwify.
Certidão em dia, conta livre e uma parcela que cabe no caixa. O caminho está no guia.